domingo, 6 de dezembro de 2015

À boleia - dedo grande no ar

Por cima da minha cabeça, mas a muitos metros de altura, uns quantos aviões, diariamente, insistem em percorrer os mesmos caminhos, entre a partida e a chegada; eu estou no "meio" da provocação dos meus sonhos: Açores e Maputo são os "próximos destinos", mas ninguém os adivinha, e como não tenho maneira de me fazer ouvir daqui de baixo, os aviões nem "param" para a boleia que lhes peço, dedo grande no ar..