quarta-feira, 7 de setembro de 2016

TZ 70, se calhar...


Quando apareceu no mercado a câmera da Panasonic TZ 60, comprei-a. Fascinado com as possibilidades de fotografar  coisas e pesoas à distância  de centenas de metros com algum pormenor, ou à distância de  centimetros com grande pormenor, meti-a no bolso e andei por aí, feito "artista". Fácil de operar,  fotografei uma libelinha em repouso, ao alcance da mão,  e a minha antiga escola primária de muito, muito longe - mais  de um quilómetro em  linha reta!
Dizia de mim para mim que era uma máquina excelente para quem viaja muito, como o Hugo, entre cá  e lá, no estrangeiro, em serviço ou merecido descanso. Vendi-lhe a TZ 60...
Entretanto surgem novos modelos, a TZ 70 e 80. Recolhidas  as informações possíveis, que apontam para a excelência  das imagens da 70,  pesquisei preços e  dei de caras  com uma loja virtual, a  "Redcoon", que oferece a "gentileza" do pagamento de   duzentos de sessenta e nove euros à troca deste modelo!  Uma pechincha, pensei - e tenho andado em visitas frequentes ao site da marca, na esperança da disponibilidade do "brinquedo"...
Há meses que leio: "Em stock dentro de 1 semana " !
Qual semana?
...A não ser que a semana não tenha "comprimento" definido, o que é uma grande chatice para acertar o (meu) calendário...

terça-feira, 6 de setembro de 2016

"...A infinita benção do recomeço"

Mal chegou a primavera, vieram as pequenas ávores,
carvalhos franceses e outras - mais de setenta!
O trabalhador contratado para a plantação destas espécies é pessoa conhecedora da arte,
com anos de experiência que lhe conferem o grau de "mestre".
Um pouco de adubo, terra solta, água quanto baste e os cuidados do "mestre" garantiam o crescimento das plantas em vários centimetros - e mais, e mais, a ponto de, em pouco tempo, alterarem a piasagem da encosta sobranceira ao rio.
Era o esperado, desde que não faltasse água nas raizes dos carvalhos,
dos pinheiros do "Oregon" (?)
e dos medronheiros.
Nos primeiros meses, seria assim: água, muita água, pelo menos uma vez por semana...
Lindos de ver, cresceram os carvalhos,
os pinheiros
e os medronheiros.
Como esperado.
Um dia de calor tórrido, outro e outro - três dias assim, assassinaram os carvalhos e alguns pinheiros!
Agora, crescem as mimosas,
talvez em homenagem a Hiram Abiff, construtor do templo de Salomão...
Não tarda, outros carvalhos franceses, 
pinheiros do "Oregon" (?) 
e mais medronheiros com
"(...) novas folhas, novas flores, na infinita benção do recomeço..." - Chico Xavier.